domingo, 16 de maio de 2010

Joana!


Áquela cujas lágrimas cem sobre uma voz escandarada, cujos braços se equiparam a minha fome. Estes lábios, será que nunca se juntarão, mas sempre me puxarão cada vez mais perto e mais enrroscado?

As matizes de mil aços chegam ofuscando minha face na fúria da guerra, da desolação e em campos abandonados.

Os famintos assumem sua posição, quando não suportam mais nada.




Sempre choro quando vejo filmes de batalhas medievais; será que estive lá?

A sensação é reelaborada em palavras para ser escrita.

Se é escrita não é mais sensação, é apenas palavra.

Mas se escrita inspirada na emoção, a sensação não deixa de ser, ela é um sentimento da arte de sentir.

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